O que provar

Os hóspedes podem saborear a rica gastronomia visitando os restaurantes disponíveis na região ou pedir refeições pré-embaladas.

  • Azeite Terras de Sicó

Observar o vale e fixar o olhar no olival é um antigo exercício mediterrânico que dá frescura e alguma sombra aos olhares quentes das gentes de Sicó. As paisagens de olival antigo e, mais recentemente, de novos terrenos a olival plantado a rigor, conferem a certeza de que no calcário a oliveira é uma das poucas espécies que consegue criar raízes como ninguém.

O seu processo é um caminho de sofrimento: a monda da oliveira, a apanha, a arte dos lagares salgando a azeitona, moendo-a, depois o aperto nas prensas e, por fim o azeite.

Azeite de características qualitativas intrinsecamente ligadas à região comprovando-se a ligação inequívoca entre a qualidade do azeite e os factores naturais e humanos da sua região de origem – Terras de Sicó, património paisagístico e cultural único.

3 Bowl of Olive Oil --- Image by © J.Garcia/photocuisine/Corbis

  • Queijo Rabaçal

 Por aqui nasce um dos melhores Queijos de Portugal – QUEIJO RABAÇAL.  A cor é amarelada. O odor é excelente. O gosto é inesquecível. Há quem o prefira fresco, mas é seco, com cura de três a quatro semanas que este queijo se torna magnífico.É um produto lácteo de mistura, com sabor intenso e limpo, de pasta semi-dura, com uma percentagem variável que vai de uma a duas partes de ovelha e uma parte de cabra

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  • Vinho Terras de Sicó

Os vinhos aqui produzidos  são protegidos na sub-região Terras de Sicó. Estas actividades continuam a desempenhar um papel significativo nos rendimentos de muitos dos habitantes, testemunhado com a maior representação de vitivinicultores – engarrafadores da referida sub-região.

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  • Mel

Pelas verdejantes encostas das Terras de Sicó descobre-se o inigualável e tão apreciado MEL desta região.

Conhecer os segredos do mel é um exercício de espera. A primeira obra de arte é a que fazem as abelhas: viajam sempre pelas manhãs e pelos fins de tarde, através da Serra de Sicó em busca das flores com o pólen mais disponível. Entretêm-se no antigo gosto do néctar da urze, em voo exacto cheiram a erva de santa maria, repousam nas orquídeas, provam o tomilho, picam os figos e as bocas de lobo… e, feita a viagem, carregam todo o pólen para a colmeia. Lá dentro o processo demora aproximadamente dois dias. A rainha dá as ordens e todas as outras se entendem na arte do fabrico. Cumprida a volta das estações o homem faz a colecta. é o acto mais fácil, o aproveitamento mais básico, recolher o alimento eleito pelos deuses.

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  • Noz

Um outro produto – a noz – homenageada com uma grande Feira e Feriado Municipal, a 29 de Setembro, no concelho de Penela é uma referência, dando expressão a grandes zonas de produção de noz que se encontram um pouco por todo o maciço calcário da Sicó

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  • Chícharo

 A cultura do chícharo é uma tradição neste território. Acompanha a gastronomia tradicional e tem expressão em todo o maciço. da Sicó.

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  • Cabrito e Borrego

O cabrito e o borrego são os plenos herdeiros dos rebanhos que habitam a Serra de Sicó. Pastando livremente na serra a abundante erva-de-santa-maria (que dá gosto divino ao Queijo Rabaçal), crescem no sentido dos novos rebanhos, acrescentando à paisagem movimento e prazer ao olhar de quem procura na serra momentos de bem-estar. Na gastronomia SICÓ, são prato preferido de muitos, no forno ou em caldeirada, alimentando o desejo de quem se identifica em sabores únicos, cumprindo antigos saberes.

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